Juarez Alves Nunes – o transplantado

Educação e Cidadania News de 26.10.2010 – 3º Bloco.

Ele contou ao Educação e Cidadania News sobre o período entre o dia que descobriu que estava doente e o dia em que acordou no hospital depois do transplante.

O rim novo recebido de uma menina joinvillense de 19 anos mudou completamente a vida de Juarez Alves Nunes, depois de um ano de dieta especial por causa da rimpolicistia e de dez meses passando por três sessões semanais de quatro horas de hemodiálise.

Ao ter a doença detectada, a primeira providência foi se cadastrar nas listas de transplantes onde ele poderia chegar rapidamente. Fez cadastro em São Paulo (SP), Curitiba (PR), Londrina (PR), Porto Alegre (RS) e Joinville (SC). Só conseguiu o doador depois de quatro tentativas.

E com a vida novamente em dia, passou a se dedicar à ajuda daqueles que estão em situação semelhante a que passou há quase dez anos. Na condição de transplantado, Nunes foi um dos fundadores da Associação dos Pacientes Renais de Santa Catarina (Apar). “Ter ficado perto da morte me fez rever alguns conceitos”, disse Nunes, que autorizou o transplante das córneas do filho, morto em um acidente.

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