Crítica à Razão Acadêmica – reflexão sobre a universidade contemporânea

Educação e Cidadania News de 14.10.2011 – 3º Bloco.

A comemoração dos 50 anos de existência da universidade catarinense, completados em 2010, foi um dos acontecimentos que motivou os organizadores a buscarem outros autores com os quais dividirem reflexões sobre a universidade contemporânea.

Porque, conforme enfatiza Rampinelli, a celebração da vida de uma instituição precisa ir além de festas, condecorações e publicação de um livro de caráter oficial, atividades que marcaram os festejos do cinquentenário da UFSC.

4 comments to Crítica à Razão Acadêmica – reflexão sobre a universidade contemporânea

  1. Cristina
    dezembro 12th, 2011 at 23:03

    Olá!
    Gostaria de parabenizar o programa pela escolha, mas infelizmente quase não foi possível compreender e inteirar-se do conteúdo do livro ou daquilo que o Prof. Rampinelli gostaria de ter dito devido a falta de preparo da entrevistadora, pelas péssimas perguntas e ainda por ser um entrevista demasiadamente curta, “meteórica”. Sugeriria mais preparação.
    Obrigada

  2. admin
    dezembro 14th, 2011 at 11:04

    Olha caríssima Cristina, agradeço muito a sua opinião. Mas criticar a apresentadora (que há 12 anos fala dessa temática) apenas tachando falta de preparo é simplificar muito a questão. Tenho uma admiração muito grande pelo prof. Rampinelli, já o entrevistei várias vezes, inclusive se colocares o seu nome na busca do blog, encontrarás a opinião dele em outras reportagens. O nosso respeito é recíproco. Se ele me considerasse ou ao programa medíocres, não aceitaria os convites para falar. É um estudioso e um profissional do mais alto gabarito e entende as limitações que às vezes enfrentamos.

    Por outro lado, o preciosismo que você busca só existe na academia, minha cara. O que faço é jornalismo em televisão, que abrange o mais complexo e diferenciado público, que busca diferenciação de temáticas. O programa tem se firmado justamente pela diferenciação dos temas que aborda todos os dias, seja através de entrevistas ou reportagens. E as entrevistas primam pela simplicidade e objetividade nas perguntas. A complexidade ou não das respostas cabe ao entrevistado. Não faço televisão para mostrar erudição. Complexas são as aulas de sociologia, antropologia e temáticas similares nos cursos de graduação, pós, mestrado e doutorado.

    Por outro lado existem questões que ocorrem o correm além da nossa vontade. Infelizmente (dependendo da visão) o Educação e Cidadania hoje está dentro da programação da Record News naquilo que poderíamos chamar de “encaixe nacional”… Você traz um convidado para uma entrevista de 8 minutos e aos 5 você pode estar recebendo uma ordem através do ponto de que “depois dessa resposta terás de encerrar… porque o programa acaba de perder 2 ou 3 minutos.” Ocorreu na última sexta-feira com um músico meu amigo e que admiro muito, o Luiz Meira. Que fazer… nesse momento, é a nossa realidade e o nosso desafio.

    Grata
    Maria Odete Olsen

  3. Emerson
    fevereiro 15th, 2012 at 23:40

    Os pormenores técnicos e problemas operacionais de emissora não justificam a simplicidade das perguntas.Ainda assim poderia serem feitas perguntas no sentido de aguçar o público em procurar mais sobre o assunto, dando maior suporte a profundidade a intenção critica da obra.O tratamento superficial da apresentadora pode qualificar o assunto como chato.
    O erudir pode ser breve claro e direto.

  4. admin
    fevereiro 16th, 2012 at 16:02

    Emerson, com certeza da próxima vez que entrevistarmos o Prof. Rampinelli, faremos uma consulta a você a respeito das perguntas, pois parece que você o conhece muito mais do que a Maria Odete. As críticas construtivas são sempre bem-vindas.

    Obrigado pela sua audiência!

    Charlie A. Olsen
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